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Dança de Salão

 A entrega de pizza mais rapida da cidade

 
 
 


Parabéns aos

Aniversariantes de Dezembro

Adilson Aparecido Dias

Nelci Teixeira Manieiro  

clique aqui para se inscrever

Veja foto dos aniversariantes
 

 
 

 
 

Confraternização da ASCAMPUS  

 

 

Associado e funcionários da ESALQ terão descontos de 10% em produtos a serem escolhidos pelo cliente. Confira as promoções de aniversário.

 

  

 
 
 
 

Calendario 2012

HOLLERITH

Os demonstrativos de pagamentos (hollerith) não serão mais enviados em papel, para os servidores ativos a partir de janeiro de 2011.  

Os Aposentados deixarão de receber o demostrativo a partir de de abril, sendo que a partir de maio 2011, só terão acesso ao demonstrativo exclusivamente e  igualmente aos ativos pela internet.

Associados e colegas que tenham dificuldades em acessar  a  internet, favor nos procurar.

ASCAMPUS.

 
 
 
 

Pânico

Edázima Aidar

O Transtorno do Pânico tem afetado grande número de pessoas, causando enorme mal estar.
Uma de suas características, é que ele surge de maneira súbita e inesperada provocando sensação de horror e desestruturação psíquica.
Enquanto na fobia, há o medo de um determinado objeto ou uma situação especifica, no pânico, o que assusta são as reações vindas do próprio corpo.
A pessoa não consegue detectar do que tem medo, porém sente a nítida impressão de estar morrendo.
Os indivíduos acometidos de ataque de pânico, acabam sofrendo ainda mais com receio de que a crise possa retornar.
Esse fato faz com que sua vida se torne cada vez mais restrita e limitada, podendo resultar em isolamento e desistência dos projetos de vida.
Qualquer alteração nas sensações corporais, é sinal do inicio de uma nova crise.
Alguns dos critérios propostos pelo D.S.M – IV (Manual de Diagnóstico e Estatistico dos Transtornos Mentais) para diagnosticar o pânico são: sensação de falta de ar ou sufocamento; medo de perder o controle ou ficar louco; taquicardia; tontura; sensação de estar morrendo; despersonalização.
Essas reações se constituem numa espécie de defesa ante um perigo ausente, isto é, imaginário.
No momento da crise, a angústia invade a pessoa como uma onda diante qual ela sucumbe.
Por mais que ela tente se controlar, é levada por um estado de medo que a paralisa. Fica tomada por uma sensação de horror, como se algo trágico estivesse por acontecer.
Infelizmente, ainda hoje existe o preconceito que encara esses sintomas como uma maneira de chamar atenção, visto que, os exames clínicos nada confirmam de errado com o corpo. 
Por este motivo, torna-se importante a conscientização de que  se trata de um sofrimento que, embora seja imaginário, para a pessoa é sentido como  real naquele momento.
Quando o pânico aparece, ele vem denunciar que o emocional está em desequilíbrio.
A vida a partir daí pode ficar comprometida e as atividades sociais e no trabalho tolhidas pelo medo.
Este é momento adequado de se buscar ajuda profissional.
Porém, no mundo imediatista em que vivemos, ainda são muitos os que anseiam por tratamentos que tragam respostas rápidas e alivio imediato.
Diante do desespero querem encontrar um remédio, uma fórmula mágica que possa eliminar o sofrimento.
Os psicofármacos têm seu lugar e importância no tratamento do pânico. Porém se faz necessário nortear seu uso, visto que, a pessoa pode se acomodar tomando o remédio, sem querer saber, o que seu sintoma está querendo dizer sobre ela mesma.
Desta forma a “angustia”, ao invés de ser questionada, vira apenas objeto de medicação.
O ideal portanto, é a utilização de medicamentos, paralelamente ao tratamento psicanalítico.
Para a psicanálise, a angustia traz uma mensagem que precisa ser ouvida.
Nós psicanalistas em nosso trabalho, levamos em conta que o visível das sensações corporais, encobre o invisível do mundo emocional.
O corpo apenas é emprestado como veiculo portador de conteúdos psíquicos.
A sensação de estranhamento que invade a pessoa na hora da crise, resulta dos sentimentos, percepções e emoções que estão sendo negadas e marginalizadas pela consciência.
No entanto, esses conteúdos inconscientes que se deslocam para o corpo, pedem passagem “gritando” para serem escutados, conhecidos e confrontados.
E essa é a aposta da psicanálise: “fazer falar” a angústia.(Edázima Aidar é psicanalista formada pela Sociedade Campinense de Psicanalise). 
(veja mais)

 

 
 



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